Problema mais sério do RS começa a ser atacado

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Reunião tratou da Previdência Pública

Da Agenda – O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES-RS), retomou o debate na Câmara Temática Previdência nesta quinta-feira, 21/6, com a presença dos conselheiros e representantes de várias entidades de servidores públicos.

Nas manifestações de diferentes conselheiros,  houve  unanimidade em apontar a questão previdenciária como o problema mais grave do Estado.

 Atualmente, o déficit anual estimado é de aproximadamente R$ 6 milhões, totalizando um passivo aproximado de R$ 100 bilhões, tido como o maior do Brasil.

– A Previdência é o tema mais sério a ser tratado pelo governo do Estado – apontou  Ronald Krummenauer, diretor executivo da Agenda 2020.

Por sugestão do representante da Agenda, ficou decidida a criação de um grupo técnico que detalhará todos os aspectos necessários para regulamentar o Regime Próprio de Previdência do Servidor (RPPS).

Ele será composto por seis integrantes : dois representantes do governo, dois dos servidores, um dos empresários e um dos trabalhadores privados.

Foi definido ainda que a próxima reunião do colegiado tratará especificamente de aspectos do Fundo Previdenciário, como gestão e capitalização.

O presidente do Instituto de Previdência do Estado, Valter Morigi, informou aos participantes que desde que o Fundoprev entrou em vigor em agosto de 2011 até abril, já contabilizou R$ 2,8 milhões e um total de 400 servidores foram nomeados, apontando que os recursos tiveram uma capitalização de 27%.

Fundos de capitalização previdenciária para os servidores públicos já foram implementados na maioria dos Estados brasileiros e em mais de dois mil municípios, como é o caso do Previmpa, em Porto Alegre, criada em 2001.

Para o sub-secretário adjunto do Tesouro do Estado, Jorge Tonetto, a previdência é um aprendizado constante, exigindo permanente debate e atualização de fórmulas, lembrando que não há modelo exemplar em nenhuma parte do mundo.

– O RS tem de ser criativo para pensar saídas. Mas não podemos ter posições congeladas ou não vamos evoluir – opinou o servidor público.

(Com Informações do governo e jc)

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