Agenda 2020 apresenta propostas na área de Meio Ambiente

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No dia 5 de junho, o mundo para a fim de, realmente, discutir o Meio Ambiente. As ações com a finalidade de preservá-lo são de conhecimento de todos. Mas daí a colocarmos todas, ou parte delas, em prática, há uma distância imensa. Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, a sociedade precisa se juntar a essa reflexão.

A Agenda 2020, por meio do seu Fórum Temático de Meio Ambiente, discute propostas para que, no Rio Grande do Sul, haja um desenvolvimento sustentável, que trabalhe na atração de novas empresas e sua plena instalação no Estado ao passo que respeite, ambientalmente, o espaço no qual está instalada. Foi o que aconteceu na semana passada, quando a Agenda, em um grande encontro de voluntários na FIERGS, discutiu novas ideias para a área de meio ambiente. As propostas vão desde a inclusão de governo, escolas, ONGs e a sociedade civil organizada na discussão das questões ambientais do meio em que vivemos, até a determinação para que cargos técnicos, da área, na esfera pública, não sejam ocupados por indicações políticas.

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A seguir, um compilado das ideias que as mesmas de discussão sobre Meio Ambiente apresentaram ao final do Desafios do RS, no dia 29 de maio:

– Tratar o tema meio ambiente como fator estratégico para o desenvolvimento, considerando a sustentabilidade com o equilíbrio entre a preservação do meio ambiente, desenvolvimento social e econômico.

– É necessário incluir não somente as escolas, mas também ONG’s, governo, associações de classe e a sociedade civil na promoção da educação sobre sustentabilidade.

– Implantação das agencias de bacia hidrográfica cem consolidação a lei estadual Nº 10.250/94.

– Reestruturação do sistema estadual de meio ambiente para colocar em nível estratégico de estado.

– Reestruturação de unidades de conservação ambiental fundiária.

– Criação e renovação do plano de manejo dos itens ambientais.

– Reestruturação do organograma interno dos órgãos do meio ambiente (municipal, estadual e federal).

– Promover parcerias com universidades e outras organizações para geração do conhecimento dos estudos ambientais na obtenção de licenças ambientais.

– Criação do manual para a iniciativa privada dos órgãos públicos do fluxo da documentação necessária (SEMA, FEPAM, órgãos municipais de meio ambiente).

– Determinar cargos diretivos a serem postulados por técnicos formados em áreas afins e evitar cabide de emprego (municipal, estadual e federal).

– Revisão do código estadual do meio ambiente adequando às demais legislações.

– Aumentar a dotação de recursos para os órgãos de controle visando melhorar a capacidade de atendimento das demandas de licenciamento ambiental.

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Uma das mesas de discussões sobre Meio Ambiente no Desafios do RS.

 

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