Agronegócio gera mais de 21 mil postos de trabalho no Rio Grande do Sul no primeiro trimestre

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Estado foi líder na criação de vagas com carteira assinada, no país houve redução de 14.567 vagas

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De janeiro a março, o agronegócio gerou 21.069 vagas com carteira assinada no Rio Grande do Sul. O número é resultado de 64.227 admissões e 43.158 desligamentos entre trabalhadores com carteira assinada. Com o saldo, o Estado liderou a abertura de vagas no setor no Brasil, seguido por Mato Grosso (8.567 postos) e Goiás (8.355 postos). No país, houve redução de 14.567 postos.

O destaque positivo foi o segmento “depois da porteira”, que na cadeia do agronegócio se refere às etapas de transporte, armazenagem, industrialização, distribuição e comercialização. Fabricação de produtos do fumo e de comércio atacadista de produtos agropecuários e agroindustriais foram os setores que contrataram. Já a indústria de conservas foi a que mais cortou empregos.

Já na comparação do primeiro trimestre ao mesmo período de 2015, houve recuo de 0,6% nos empregos com carteira assinada.

— Apesar de o número de postos de trabalho criados em 2016 ter sido superior ao observado no primeiro trimestre do ano passado, essa diferença não foi suficiente para compensar os saldos negativos dos três últimos trimestres — explica Rodrigo Feix, economista da FEE.

Queda de volume e de preços reduz exportações em 10,5%

As exportações do agronegócio gaúcho totalizaram US$ 1,694 bilhão no primeiro trimestre de 2016, valor que corresponde a 60,3% das vendas externas totais do Estado. Em relação ao mesmo período de 2015, o valor caiu 10,5%, decorrente da queda de volume e de preços.

No Rio Grande do Sul, historicamente, o primeiro trimestre é o período do ano em que as exportações do agronegócio registram o menor valor exportado. Esse resultado é explicado pela dinâmica das vendas de grãos (sobretudo a soja), que se concentram no segundo e no terceiro trimestre.

Carnes, complexo soja, fumo e seus produtos, produtos florestais e cereais, farinhas e preparações foram as principais categorias embarcadas. Juntas, as exportações destes setores caíram de US$ 1,517 bilhão no primeiro trimestre de 2015 para US$ 1,379 bilhão em 2016.

O destaque positivo foi nas exportações do setor de produtos florestais, que tiveram alta de 283,7%. As vendas de celulose cresceram 669,2% e atingiram US$ 170,9 milhões no trimestre. Os principais destinos foram União Europeia, China, Estados Unidos, Coréia do Sul e Rússia. Os cinco países respondem por mais de 47% das exportações gaúchas do agronegócio.

Fonte: ZH

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