Reflexões sobre o saneamento: os desafios dos prefeitos e suas cidades

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Em meio à crises graves que o país enfrenta, como a política e econômica, o saneamento, mais uma vez, deixa de ser pauta debatida entre a sociedade e o meio político.

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Com as eleições municipais prestes a acontecer, o que fica mesmo é o desafio gigante dos novos prefeitos e dos atuais, que venham a se reeleger, com as carências de suas cidades. Devemos cobrar de nossos governantes soluções para mudar esse quadro de saúde e saneamento no país e, principalmente, adotando uma gestão de qualidade.

Em estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil, com o Ibope, anos atrás, A percepção do brasileiro quanto ao saneamento básico e a responsabilidade do poder público, foi analisado a percepção dos entrevistados em relação ao saneamento em seus bairros e a gestão. Embora muitas vezes o cidadão não saiba a real situação do saneamento onde mora, como cobrar melhorias e não se mobilize pelo avanço nos serviços, a maior parte dos entrevistados (68%) sabe que o prefeito é o responsável. 19% dizem ser o estado, 3% o Governo Federal e 4% as empresas privadas.

No que se refere à fiscalização, a maior parte dos entrevistados (55%) diz caber também à prefeitura e 18% ao governo do Estado. A Agência Reguladora, órgão realmente responsável, foi citada por apenas 1% dos entrevistados. 13% das pessoas não sabem.

Diante desse quadro, cabe a nós, como sociedade, mostrar a esses candidatos que queremos a solução a melhoria de nossas cidades e ainda mais da falta de saneamento básico no Brasil.

Para conferir a pesquisa, clique aqui.

Para acessar os dados sobre saneamento básico do RS clique aqui

Fonte: Trata Brasil

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