Agentes da Força Nacional chegam ao RS para reforçar segurança

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Chegaram ao Rio Grande do Sul neste domingo (28) os primeiros agentes da Força Nacional de Segurança Pública, enviados para reforçar o policiamento no Estado, que vive uma crise na segurança pública. Os 120 homens foram recebidos pela Brigada Militar no 1º e 9º Batalhões de Polícia Militar (BPM) de Porto Alegre.

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), afirmou que os soldados não têm data para deixar o Estado. O efetivo começará a atuar nas ruas da Capital na terça-feira (30).

Os policiais vieram do Rio de Janeiro, onde atuavam durante os Jogos Olímpicos. Na sexta-feira, Sartori foi a Brasília pedir ajuda ao presidente interino Michel Temer, que autorizou o envio das tropas. O governador também pediu ajuda para comprar equipamentos, armamentos e construir um presídio em Porto Alegre. Ainda não houve resposta do governo federal para essa solicitação.

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Comboio da Força Nacional passou pelo pedágio de Gravataí no final da tarde

A intenção inicial era que a Força Nacional reforçasse o policiamento nos presídios do Estado. Após reunião com o comando da Força, no entanto, ficou estabelecido que os soldados vão atuar nas ruas. O efetivo vai trabalhar somente em Porto Alegre.

Nos últimos dias, uma médica foi assassinada na Capital, um triplo homicídio ocorreu em Alvorada e um homem foi executado no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs). No final da tarde de quinta-feira (25), uma mulher aguardava o filho do lado de fora da escola quando foi vítima de latrocínio. Diante dessa situação, o secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Wantuir Jacini, acabou por pedir ontem (25) sua exoneração do cargo, e um gabinete de crise foi criado para lidar com a situação. Ele será coordenado pelo vice-governador, José Paulo Cairoli.

Na tarde deste domingo, uma nova manifestação para pedir por mais segurança foi realizada na Capital. Dezenas de pessoas se reuniram na Praça da Encol, vestidas de preto e segurando cartazes. O grupo recolheu assinaturas para entregar ao governo e cobrar providências.

Fonte: JC-RS

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