Entidades lançam manifesto de apoio ao projeto de modernização do RS

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Um estado mais enxuto e que centre seus esforços em saúde, segurança e educação. Essa foi a defesa da Agenda 2020, Farsul, Fecomércio, Federasul, Fiergs e FCDL em uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira, 13, na sede da Farsul, em Porto Alegre. Como base para o posicionamento favorável ao pacote de medidas enviado pelo governador José Ivo Sartori à Assembleia Legislativa, as entidades apresentaram uma pesquisa de percepção da sociedade acerca da crise do Rio Grande do Sul.

Foram 1.500 entrevistados em 40 cidades. Pouco mais de 10% dos entrevistados disseram não ter ouvido falar sobre a crise financeira do estado. Quando questionados especificamente sobre o pacote, quase 60% disseram ter conhecimento ou ter ouvido falar.

Das propostas do governo que foram questionadas aos entrevistados, todas tiveram opiniões favoráveis, como a alteração na concessão de licença-prêmio, o pagamento de servidores cedidos a sindicatos, a prioridade para o pagamento dos servidores que ganham menos, mudança no repasse da arrecadação para os outros poderes, entre outros pontos.

Para o presidente do Conselho Superior da Agenda 2020, Humberto Busnello, o Rio Grande do Sul precisa de uma ação imediata no sentido de o estado ser provedor daquilo que deve ser, ou seja, saúde, segurança e educação. “Estamos cheios de diagnósticos, pesquisas, dados. É hora de agir, todo mundo sabe o que deve fazer”, afirmou durante a coletiva.

Gedeão Pereira, vice-presidente da Farsul, afirmou que as federações defendem um “mega-estado em saúde, educação e segurança” e disse que, se comparado a uma empresa, o estado é um desastre em se tratando de administração. Os outros representantes das federações se manifestaram no mesmo sentido, de redução do tamanho da máquina pública e concessão à iniciativa privada de serviços que não devem ser atribuição direta do Estado.

A pesquisa apresentada à imprensa nesta manhã pode ser conferida aqui.

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