Brasil sobe uma posição em ranking de competitividade

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País sobe de 81º para 80º em relatório do Fórum Econômico Mundial; instituição aponta melhora em instituições, economia e inovação

O Relatório de Competitividade Global é feito com base em indicadores divididos em 12 grupos, chamados de “pilares”.

O Fórum Econômico Mundial destaca o avanço em inovação como o mais significativo no período, com recuperação em “capacidade de inovação, maior colaboração de negócios entre indústria e universidade, maior qualidade de pesquisa e cientistas e engenheiros mais bem treinados”.

Segundo o relatório, a investigação dos escândalos ocorridos no país contribuiu para a melhora no pilar que avalia as instituições. “Depois de ser atingido por escândalos e por instabilidade política, o pilar recuperou 11 posições, mostrando os efeitos de investigações e levando à maior transparência e percepção de procedimentos bem-sucedidos para inibir a corrupção nos limites da Constituição do Brasil”, diz trecho do relatório.

Para a professora e pesquisadora Ana Luiza Burcharth, da Fundação Dom Cabral (FDC), o que contribuiu para a evolução desses dois pilares foi a opinião de executivos em relação ao ambiente tecnológico e ao cumprimento da lei. Do pilar inovação, por exemplo, apenas 1 dos 7 subitens – a produção acadêmica – é baseada em um dado. “A mudança de expectativa é importante, porque é um primeiro passo. Mas ainda não é uma mudança concreta”. A FDC contribui para a elaboração do Relatório, fornecendo dados sobre o país.

Em relação à economia, o Fórum Econômico Mundial considera que houve reversão no cenário. “Após dois anos de queda no PIB e piora nas condições macroeconômicas, o Brasil, neste ano, melhora levemente, trazendo a inflação e os gastos do governo de volta ao controle”, diz o texto.

Fonte: Veja

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